são muitas canções que te encantam! muitos urros que te fazem dormir e sussurros que te fazem lembrar...oh grã senhora de meus vis pensamentos... oh peça vil de meu quebra-cabeça medonho...oh bizarra pintura em minha pele nua, crua... oh palavra indizível
a porca-miséria veio nos visitar em um dia lindo! fazia o céu chover ou fazia o céu sorver o sol, já não me recordo mais pois era noite, teria sido cadeira?café?bobeira?
teria mesmo sido tu?tudo que há de ser tu?
sem mim não és nada pois não há quem te lembrar
sem ti fui errante certo a te procurar!
e quando pronunciei a frase que não se diz jamais não soube ser pra ti! e dirigiu a outra, sabe lá quem era! e assim a chuva de nossos inprósperos dias lavou toda lava que derramou nosso impuro amor incandescente oh se foi indecente mais do que jamais foram Drácula e Elisabetha (seria Mina? obs. Minha não era), Beethoven e Johanna, Heathcliff e Cathy, Páris e Helena, Romeu e Julieta...Capuletos e Montechios, Guelfos e Guibelinos, Capetos e Hohenstaufen... de tão indecentes que fomos fomos filhos do diabo em nosso leito santo de morte...
acho que morremos na última noite, com sangue e sem arrependimento
sei bem que se ler....
vai se perguntar - será que ele fala de mim?
pra ter resposta entenda
que pra beijar a flor do Cacto é preciso abraçar o caule.


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