Ilegível


25/06/2009


Pt II indecente!

Uma nova versão de Love in the Afternoon do Legião!

Na canção dizia assim:

"Quando eu lhe dizia:

 - Me apaixono todo dia!

É sempre a pessoa errada!

Você sorriu e disse:

 - Eu gosto de você também!"

Hoje seria:

 - Sabe...pode parecer clichê mas... amo você mais do que jamais amei antes, manja?

 - Manjo!

Escrito por O Quase Famoso às 13h58
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14/05/2009


DEVERAS PRA CARALHO!

morreria, pois, gritando poesia até o fim do seu corpo

orbitando tua cintura e cravando as unhas vis em teus rins

beberia  do sangue que jorrava dos cortes da sua carne que ressucitaria cada vez mais rápido pra me rasgar outra vez

violentaria sua alma, sem pudor ou complexo, sugaria tua decência, queimaria tua inocência

espancaria tua libido, roeria seus ossos, arrancaria tua pele

e lamberia todo o suor que restasse

só pra gente rir vendo as fotos depois! ;)

 

Escrito por O Quase Famoso às 20h07
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11/02/2009


Virgem santa e sacana

Como se já não foss o bastante agora hei de carregar com estrondoso grito de agonia o peso de todo o pecado do mundo.

Aliás, nem que todos os espermatozóides do mundo fecundassem todos os óvulos...

Nem que toda raça humana resolvesse procriar incessantemente pelos proximos mil anos...

Nem que os melhores genes fossem cruzados, misturados com toda pureza e brilho da criação...

Jamais aproximariam do que era ela, que eu com meus sentidos falíveis ainda não podia compreender!

Por isso tive que matá-la!

Escrito por O Quase Famoso às 10h24
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19/01/2009


notícias do sul

cá ao sul, bem ao sul do resto do mundo todo, onde a chuva as vezes esquece de chegar, o vento cansa antes de visitar e o sol por horas tem preguiça da viagem...

vai tudo muito bem! muito bem cansativo!

a paisagem metódica e cinzenta que se levanta da fumaça do cigarro não muda jamais, não parecem haver cores, sorrisos... alguns poucos em alguns momentos sutis, grandiosos mas sutis, que parecem passar sem deixar vestígio!

haviam planos e mais planos, viagens, emoções, aventuras, gritos, urros, sussurros, milhões de beijos loucos....passeatas de submarino, promessa de uma vida nova toda cheia de coisas grandes!

passam os dias lentamente e quando se vê foi a vida toda e eu ainda não consegui sair do quarto pra almoçar... as férias estão fugindo pro japão e eu já não acho que tenha alguma coisa pra mim dentro daquela faculdade!... mas isso é outra história!

o mundo lá fora parece estar acontecendo pra todo mundo... e eu que nunca fui de ficar nessas de  - ui, olhem pra mim vocês precisam me amar e me levar pra sair... hoje me cansei de sonhar, precisava mesmo de um guincho bendito e mágico que me tirasse desta redoma de névoa sufocante e me levasse pra algum lugar bonito com boas pessoas! mas eu sei que isso não vai acontecer.... que um dia tudo estará bem

muita coisa acontece mesmo!

me perdi nas palavras....

e eu aqui pensando nela!

Escrito por O Quase Famoso às 13h26
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05/01/2009


parece que não

um cigarro para disfarçar a partida do meu coração....

um coração partido e parece que não! parece que não?

será que foi mesmo pra disfarçar...ou foi remédio para solidão?

na vida só se tem mesmo uma chance... e parece que não? parece que não!

cipriano pode ajudar! satanás pode abençoar..

e a cruz me pede que espera... parece que não, espero que não!

violenta a pobre alma, mesquinha

quem foi que disse que o vento não muda a direção?

e de injurias peça ao meu tormento... quem vai?


um suicídio para disfarçar...

o homicidio de meu coração!

um irmão maldito... e parecia que não! parecia que não?

Escrito por O Quase Famoso às 19h56
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02/12/2008


Dedicatória.

Para Eu, Compadeço de ti, Mas não te entendo...

Prólogo

Minutos atrás tive vontade de escrever. Passou como eu passei pela tua rua. Mesmo sendo que, quem sabe, eu nem saiba onde você mora. Criei um Eu fictício.

Capítulo começo.

Pela manhã eu penso em acordar cedo! Mas só se não for cedo demais pra acordar! A tarde penso em escrever um funk, à noite, penso em escrever um livro, de madrugada quero agradecer ao pai, que me mandou pra vida sem roupas, sem virtudes e sem ele, beijar a mãe que cai deitada, sempre cansada em demasia, demasiadamente santa. Se sobrar tempo, espero poder deixar a cabeça compor alguma fanfarra festiva que acorde toda vizinhança, em algazarra, pra vida toda que ainda resta, acamada e infeliz pendendo de suas narinas sujas de poluição. Mas, às vezes...

Capítulo depois.

Existem notas demais pra uma só canção, ou faltam palavras para a melodia Frases sem ponto, sem juízo e final. Por acaso, sem sorte. Sem sombra de dúvida, morte! Existiu a noite que muita força me forçava pro seu quarto, eu com muito esforço caminhei em linha reta, com medo de mirar os lados (quem sabe não te via em minha sombra). Foi o que eu deixei quando passei por lá, minha sombra se esfregando no chão imundo, sujo dos sapatos, que, sabe lá o Pai por onde andaram. Quais bordéis ou lojas, igrejas ou inferninhos, casas e alcovas de lençóis untados de pecado, ou não (afinal como se peca?!). Não vale muito de sua escuridão tenebrosa, mas repare moça, ela sempre anda comigo, escorrendo dos meus pés sempre cobertos e ligeiros (abobados quando invento de dançar ou espernear o que não consegui). Existiram os momentos em que massacrava a noção de se portar mediano. Não ruim nas coisas que se mete a fazer, igualmente, não bom demais. Medíocre, pois. Estagnado. Pleno de inércia. Pleno de vazio. Falando em plenitude...

Capítulo sozinho.

Às vezes, estar só é muita gente pra estar, pra quem não curte estar com muita gente. Quis dizer que o caminho pra casa esfria e alonga. Falar sozinho, pros outros, pode parecer coisa de maluco, e que, às vezes, nem se culpar dá certo (até a culpa abandona!), e sempre, quase sempre, toda noite tem algum sussurro indecifrável de alguém que não se identifica. Nunca, quando se está só, parece certo estar. Quando acompanhado, solidão parece não apresentar o chicote. Com maestria se entende a hora de ficar e se partir. Me parti (assim escrito errado mesmo). E fiquei esperando os aplausos finais quando terminei. Sabia que estava só, mesmo assim, esperei as palmas... Que nunca viriam... Que nunca vieram... Que nunca ouvi. Show pra si mesmo não faz sentido, me disse (eu), desci do palco, sentei na cadeira mais feia. Beijar fotografia não tem gosto, saudades do que não aconteceu (coisa mais sem graça, clichê), chorar em frente ao espelho (a culpa não é sua). Cola retratos nas paredes, deixa a luz acesa, ouve uma canção engraçada, ri, finge um monte de coisa (a situação não é assim), dá boa noite pra quem que não está ao lado, deita, vai ao banheiro, torna a deitar, fecha os olhos, suspira. Adormece.

Capítulo etéreo.

“Você ainda pode sonhar”. Grande coisa, todos podemos, a noite escorrega pra que se sonhe, daqueles sonhos que se acorda mesmo na manhã seguinte. Rola na cama pro lado, põe-se de quatro no chão, tosse, repara que não é doença, que o sol é lindo, o céu abraça o mundo, se acomete uma esperança, dá bom dia pro dia, segue a vida sorrindo. O dia passa, anoitece, faz planos pro dia seguinte... Assim por fim

Capítulo último.

Termina de escrever o que não tinha vontade. Cola retratos nas paredes, deixa a luz acesa, ouve uma canção engraçada, ri, finge um monte de coisa (a situação não é assim), dá boa noite pra quem que não está ao seu lado, deita, vai ao banheiro, torna a deitar, fecha os olhos, suspira. Adormece.

Escrito por O Quase Famoso às 00h21
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Barbárie! Assassinato medonho!

O guri, de pés descalços, porco, mal vestido, esfomeado em frente ao padre esfaqueado!

Sim pois o próprio o matou!

Deus, onde o mundo vai parar!? O padre! O pobre padre!

e o povo ao espancar o guri e o guri a esbravejar...

Porra! O filha da puta não me pagou o X, o filha da puta não me pagou o X!

Barbárie,

deixar o guri sem comer...

Escrito por O Quase Famoso às 18h58
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28/11/2008


foi-se o céu azul no mar vermelho

ficou um céu negro refletido neste mesmo mar rubro de dor!

Escrito por O Quase Famoso às 14h05
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18/11/2008


A Flor

são muitas canções que te encantam! muitos urros que te fazem dormir e sussurros que te fazem lembrar...oh grã senhora de meus vis pensamentos... oh peça vil de meu quebra-cabeça medonho...oh bizarra pintura em minha pele nua, crua... oh palavra indizível
a porca-miséria veio nos visitar em um dia lindo! fazia o céu chover ou fazia o céu sorver o sol, já não me recordo mais pois era noite, teria sido cadeira?café?bobeira?
teria mesmo sido tu?tudo que há de ser tu?
sem mim não és nada pois não há quem te lembrar
sem ti fui errante certo a te procurar!
e quando pronunciei a frase que não se diz jamais não soube ser pra ti! e dirigiu a outra, sabe lá quem era! e assim a chuva de nossos inprósperos dias lavou toda lava que derramou nosso impuro amor incandescente oh se foi indecente mais do que jamais foram Drácula e Elisabetha (seria Mina? obs. Minha não era), Beethoven e Johanna, Heathcliff e Cathy, Páris e Helena, Romeu e Julieta...Capuletos e Montechios, Guelfos e Guibelinos, Capetos e Hohenstaufen... de tão indecentes que fomos fomos filhos do diabo em nosso leito santo de morte...
acho que morremos na última noite, com sangue e sem arrependimento

sei bem que se ler....
vai se perguntar - será que ele fala de mim?

pra ter resposta entenda
que pra beijar a flor do Cacto é preciso abraçar o caule.

Escrito por O Quase Famoso às 04h09
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31/10/2008


não é falta de vontade, talvez seja falta de ar, de tempo, de inspiração, falta de força, falta de sono, falta de sentir falta! paramnésia maldita!... assim que o dia amanhecer e as aulas acabarem eu volto pra cá!

Escrito por O Quase Famoso às 15h26
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26/09/2008


Lápide

Você vem arrastando os pés na relva, sem muita vontade, sem muita coragem. Mas precisa desse ritual - seu coração o exige - muito mais do que você é capaz de admitir.

Posso vê-lo de meu escaninho no arvoredo. Disfarçada estou nas silhuetas de negros ciprestes. Você se ajoelha diante do túmulo mil vezes renegado. A brisa lhe alvoroça os cabelos claros como os meus dedos teriam feito.

- Olá, meu amor.

Ah, sim, diga essas palavras que eu esperei tanto para...

- Sei que não tenho vindo vê-la. Estive no seu... funeral... e nada mais. Não ousava...

Sua voz se torna um soluço amargo, e você se deixa prostrar diante da lápide, apoiando sua cabeça a ela, envolvendo-a com seus braços, como se a força da sua vontade pudesse dar vida à pedra áspera. Não, não é daí que virá o calor de que você...

- Passei cada dia desde que você partiu aguardando seu retorno, acreditando a cada manhã que eu iria despertar e me virar e encontrá-la ao meu lado, seus cabelos espalhados no travesseiro e suas mãos... suas mãos...

Sim, minhas mãos nos seus lábios. Lábios doidos por tabaco do sul e narguilé do leste, que posso enxergar, mas cujas palavras doloridas parecem-me distantes como sonhos de infância. O que foi feito daquela parte de mim que sabia apreciar a curva sutil de suas costelas sob a pele sem lençóis, o quadril sem querer sinuoso para meus olhos e a boca cheirando a fumo e cevada?

- Todos aqueles festins, aqueles falsos amigos, aquela gente traiçoeira à nossa volta, os nossos vícios... Era tão difícil não enlouquecer. Eu nunca lhe disse o quanto era importante para mim, querida. Nunca lhe confessei que seu rosto junto ao meu na noite era a única coisa capaz de preservar minha sanidade.

As lágrimas brotam por entre suas pálpebras muito apertadas. Por que veio a esta hora, amor, quando é crepúsculo, e o céu está de luto, e eu estou alerta, tendo idéias com as nuvens cor de sangue? Qual é de fato seu propósito... e qual é o meu?

Noto que você adormeceu, rosto colado ao epitáfio, feito um indigente. É em seus sonhos que os homens vêem aquilo por que mais anelam. A visita derradeira dos amados que partiram.

É agora. Eu me aproximo. Mal ouço meus próprios passos. Sou uma sombra ou menos do que isso. Estou de cócoras, quase roço sua orelha com minha boca gretada, uma ferida na cera branca do meu rosto. Só nesta proximidade me é possível ouvir seu murmúrio adormecido.

- Não vá embora. Não de novo.

- Eu não irei. Nunca fui. Sempre estive aqui à sua espera. Eles arranjaram tudo para que ninguém nunca venha a saber que esse túmulo está vazio. Eles têm seus truques... Não encontraram problemas para tomar meu ataúde à mãe-terra e cobrir novamente a vala vazia. Trabalham sempre à noite, velozes, silenciosos. Ninguém viu; ninguém verá. Não estou bem certa... da razão pela qual me escolheram. Eles têm seus pretextos. Talvez minha arte, ah, querido, você devia vê-los recitando meus versos com lágrimas nos olhos. Poetas, escultores, músicos e pintores, todos eles donos de talentos divinos. Os antigos já diziam: a vida é breve, mas a arte não morre. Tampouco os artistas. É pela arte que o ser humano, insignificante para o Universo, faz seu nome ecoar no mundo, tornando-se imortal para sua própria raça.

Você deve ter sentido meu hálito junto ao seu pescoço. Gelado. Pois percebo que desperta, lento, desnorteado, e volta para mim seus grandes olhos castanhos, que não têm um laivo de verde nem uma esmola de mel, mas nunca chegaram a ser pretos como os meus.

Você nem sabe o que dizer.

- Estou perdido... Enlouqueci...

- Não, meu amor...

Você, porém, não me escuta, não me vê. Ergue-se, brusco. Ganha distância. Está assustado? Deve ser por causa das minhas longas saias roídas pelas traças ou os torrões de terra que adornam meus cabelos sem toucado ou o azul de meus lábios antes róseos. Creio que não sou mais tão bela quanto antes.

Ainda tento fazer-me compreender:

- Eu fui reconhecida, e meu mérito, premiado. Fui abençoada, meu amado, com a imortalidade. Eles me fizeram maior do que a morte. E eu retornei para você, apenas por você.

Você não entende. É cego, é surdo à verdade. Conheço o terror em seu olhar. Está recuando, repelindo-me, odiando-me!

- Você me queria quando não podia ter-me. Eu cá estou... e você me rejeita?

- Afaste-se de mim!

Você corre com todas as suas forças. É apenas um homem. Sinto o odor do suor frio com lágrimas espalhando-se pelo vento. Você não me quer. Não como sou agora. Eu, contudo, ainda o quero; agora, mais do que nunca.

Decido, alcanço-o, minha mão abafa seus gritos com força inaudita, por que tem de gritar? Eu não me julgara assim poderosa. Sou uma poeta que chora sua sina, uma fera que subjuga sua presa e um fantasma que caminha para longe de seu fim.

- Você não sabe, não aceita, mas eu ainda o amo, amo-o além da vida e além da morte. Vou mostrar-lhe a grandeza deste amor.

Você está em meus braços como deve, coberto por meus beijos como precisa, amado por mim como quero. Consumido em minha fome por seu corpo. Há segredos maiores do que a frágil vida, meu adorado, e mais soberanos do que a morte. O fim não conclui, liberta. E irá libertá-lo, como a mim.

por Camila Fernandes

melhor que fosse a morte entre nós!

Escrito por O Quase Famoso às 12h27
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21/09/2008


manifesto II

VÃO SE FOSEREM-SE

Escrito por O Quase Famoso às 18h22
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manifesto

venho através desta, falar-vos, meus amigos, que a exemplo do meu primeiro post no presente blog me pergunto...pra onde foram...
este findisemana tive para mim que morreram! e ficaram aprisionados nos mesmos corpos que outrora carregavam a alma de algumas das melhores pessoas que jamais havia, eu, encontrado.
me convidaram para a festa, dizendo - contamos com tua presença, és importante e gostamos de ti.
e ao chegar ouvi - cara, cadê tua grana?
confesso que ao pagar já tive vontade de ir embora...
mas fiquei, mais um tempo quem sabe, pra reconhecê-los...
as malditas que haviam levado para animação da festa (daquelas que eram feias, sem graça, beberam e comeram de graça e no final das contas não deram pra ninguém) não paravam de olhar-nos com cara de seiláoquê, o que nos causou profundo desconforto,
outrora éramos nós na festa, grandes amigos, a casa era nossa... desta vez as portas dos quartos estavam fechadas, como se fossemos nós ladrões ou perdigueiros...
outrora caso cansados, dormíamos em qualquer cama, sofá ou coisa assim... desta vez, ao pedir ouve-se um sonoro... só vamos ficar aqui por fora
outrora cediam-se cobertas de proprio corpo pra aquecer qualquer brisa virulenta que surgisse
desta vez ouve-se risos e nada mais!!!
recolho-me pra recompor e quando saio
acabou-se a bebida e quando digo ir-me embora, outrora dizia-se fica mais um pouco, dize-me - beleza, nos falamos qualquer hora
e tudo isso antes das cincodamanhã...
outrora eram nos mínimo 3 dias de festa

e o pior é que ainda paguei pra ver isso...

Escrito por O Quase Famoso às 18h22
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18/09/2008


errata

pras pequenas cabeças de sabe-se lá quem que teimam em olhar meus posts com o impuro olhar dos complexos de decência, decididos a implodir as edificações alegóricas que eu teimo em criar sobre minhas palavras para falar simplesmente de amor puro!... e falando em teimosia há quem teime em fingir que não entende! há quem insista em me cobrar, trocados que nunca devi... e nem tenho o que pagar!!!
se não entendem o real valor de minha palavras, deixem elas em paz, podem segui-lás, mas não adicionem ao solene exército de entendimentos os vis epítetos que me atiram feito flechas...

ou seja
tem gente que nao saca nada do que eu to falando e jura que to falando de sexo puro
SE OLHAR UNS POSTS PRA TRAS ...SE SOUBESSE LER, se soubesse entender...ou me conhecesse!

Escrito por O Quase Famoso às 09h36
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03/09/2008


Tango Japa

esquina escura, esguia, deus na escuta escuta!o tempo é curto, o prazo é longo. soem os acordes virulentos rapidamente antes que nos choquemos com hercóbolus, o gigante planeta vermelho e flamejante que vem pra me tirar da órbita de seus cabelos invariavelmente espalhados por sobre teus ombros preciosamente precisos...

e quando o tal acorde acorda os compassos ritmado do tango de fogo planejam me absolver de toda e qualquer boa ação em prol do bom nome do pecado original, que por via das dúvidas resolveu não abandonar-nos nunca pra assegurar uma vida plena de felicidade transcendentalmente carnal.

depois da vírgula nos despimos de todo complexo e bailamos os segundos próximos o tal tango bento de desejo puro...no próprio ritmo sincopado dos corações apaixonados do mundo todo...

aí fazemos origami de nossas inúteis roupas

Escrito por O Quase Famoso às 23h51
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Histórico